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MARIA INÊS ANTUNES

Nutricionista

MARIA INÊS ANTUNES

Nutricionista

Workshop Sopa, sim ma Academia Time Out

por Maria Inês Antunes, em 05.03.17

A Sopa é um prato tão português e tão importante na nossa gastronomia, que além de reconfortante, é uma opção bem saudável que não pode ser descurada do nosso dia-a-dia. Num workhshop em que dizemos Sopa Sim!, vou ensinar-lhe tudo sobre o que torna a sopa tão rica e única. Surpreenda-se com receitas deliciosas, que respeitam a sazonalidade, mas sempre com um twist*, para que as possa inspirar durante o resto do ano.


Valor - €25 [Incluí Workshop e Degustação]
Bilhetes - reservas@academiatimeout.pt

Podem também comprar os bilhetes directamente na Ticketline!

 

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Um workshop deliciosamente saudável e reconfortante.

 

Pizza de couve flor com pesto de beterraba

por Maria Inês Antunes, em 21.02.17

Esta é uma receita para os amantes de pizzas e para os amantes de comida saudável!

 

Se é um deles (eu sou!) então tem de preparar esta pizza...

 

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Para a massa da base de couve-flor utilizei:

300 gr de couve-flor

150 gr de farinha de arroz

20 gr de chia

Sal q.b.

 

Deve colocar a chia numa taça com 2 dl de água e deixar repousar .

Triturar a couve-flor , adicionar a farinha e misturar bem. Juntar a chia, sal e pimenta  e envolver bem.

Deitar a massa num tabuleiro forrado com papel vegetal  e levar ao forno a 200 graus cerca de 30 minutos.

 

Para o pesto de beterraba utilizei:

3 beterrabas cozidas

1 dente de alho

1 iogurte natural

1 punhado de pinhões

cominhos q.b.

Salsa picada q.b.

Deve triturar as beterrabas juntamente  com  um dente de alho . Adicionar o iogurte e envolver.  Deitar sobre a base da piza e polvilhar com requeijão aos bocados e salsa.

 

Vão adorar! 

(palavra de nutricionista)

 

Panquecas rápidas para 2

por Maria Inês Antunes, em 20.02.17

 

Aqui estão as minhas panquecas de pequeno almoço favoritas...

 

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 Esta receita é para 2 porque é sempre melhor saboreá-las em conjunto:

 

- 3 ovos inteiros

- 2 c. sopa de queijo quark (0%)

- 1 c. sopa de farinha de arroz

- 1 c. sopa de proteína whey (sabor a noz macadâmia)

- sal q.b.

- stevia q.b. (utilizo a líquida)

- canela (muita!)

 

Misturo todos os ingredientes numa liquidificadora e ZÁS... pronto! Depois é so deitar sobre uma frigideira antiaderente ao lume e fazer panquecas. Dá para 6 panquecas aveludadas e saborosas.

 

Porquê a escolha destes ingredientes?

Quem me conhece sabe que não sou fundamendalista relativamente a produtos biológicos, sem glúten ou sem lactose. Cada caso é um caso e como profissional de saúde faço sempre por individualizar a alimentação de quem me procura.

Felizmente até agora não tenho intolerância à lactose ou sensibilidade ao glúten. Sinto-me tão bem a comer pão como panquecas de arroz, mas tenho de experimentar vários ingredientes para poder dar alternativas sustentáveis e por isso nas minhas receitas utilizo os mais variados ingredientes.

Esta receita é amiga dos intolerantes ao glúten e é uma alternativa proteica para o pequeno almoço. Tem poucos hidratos de carbono e é adoçada com stevia, um edulcorante de origem natural. Para além das vantagens nutricionais digo-vos que consegui fazer estas panquecas num tempo record de 15 minutos, desde o momento em que coloquei os ingredientes todos num recipiente ao momento de as começar a comer.

 

Espero que gostem tanto desta receita como eu!

Partilhem as vossas experiencias com a hashtag #nutricionistamariainesantunes

 

 

Scones de batata doce

por Maria Inês Antunes, em 14.02.17

Vão uns scones especiais para alguém especial?

 

Confesso que não sou boa cozinheira para doces, corto sempre no açúcar e nunca sigo uma receita "à risca" e por isso os meus doces são sempre... uma surpresa. Mas quando são feitos com amor, o resultado final é divinal... 

 

 

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 Ficaram deliciosos!!!

Utilizei para a receita:

 

- 150g batata doce cor-de-laranja (cozida e sem pele)

- 100g farinha de arroz

- 2 ovos

- 100 ml bebida de amendoa

- 2 c. sopa geleia de agave

- 1 c. chá bicarbonato de sódio

- 1 c. chá sal

- pinhões q.b. 

 

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Divirtam-se a fazer e a provar !!!!

 

 

 

 

 

Quinta do Arneiro

por Maria Inês Antunes, em 13.02.17

Ontem fui visitar a Quinta do Arneiro e escrevo-vos hoje sobre a minha experiencia gastronómica.

 

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Reservei mesa para dois e sentaram-nos bem perto da salamandra no piso terreo.

 

A ementa tinha à escolha 2 pratos (vegetariano e carne) e como ambos adoramos batata doce, escolhemos o prato de frango com batata doce, pack shoi e chutney. A água aromatizada está incluida no menú e ainda existe a possibilidade de escolher uma infusão fria ou quente (sem açucar!). 

 

De entradas chegaram o pão, o doce de abóbora, o azeite com flor de sal...

 

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... e uma salada de couve-flor com cevada e azedas envolvidas com amêndoa tostada e vinagrete de marmelo. Nunca tinha experimentado azedas e são extremamente tenras. O macio das azedas e da couve flor combina perfeitamente com o crocante da cevada e da amendoa tostada. Dá para imaginar?

 

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O prato principal estava divinal! A pack choi corada com o frango bem tenro combiandos com o doce do chutney e da batata-doce estavam acompanhados por uma salada de kale, beterraba e maçã (que gulosa "ataquei" e esqueci-me de fotografar!).

 

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Para terminar serviram uma tigela com arroz doce, curcuma, gengibre e iogurte (polvilhado com canela!). O arroz doce é a minha sobremesa preferida, mas esta criação com crucuma estava mesmo deliciosa!

 

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No final desta experiencia trouxe um pouco da Quinta do Arneiro comigo. Quem me conhece sabe que não posso entrar num mercado sem levar vegetais ou frutas. Ao lado da zona de refeições existe uma pequena loja onde são vendidos os legumes da época que a quinta produz.

 

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E da quinta trouxe:

 

- couve kale

- brócolos

- couve pack choi

- maçãs reinetas

- molho de tomate

 

(tudo biológico)

 

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Agora é preparar comida saudavel e feliz com estes ingredientes maravilhosos.

 

Que receitas fariam vocês?

 

Partilhem as vossas fotos com o hashtag  #nutricionistamariainesantunes.

Manteiga de frutos secos - o meu vício

por Maria Inês Antunes, em 07.02.17

Quem me conhece sabe que um dos meus maiores vícios é a manteiga de amendoa e em segundo lugar a de amendoim. Para mim não há nada melhor do que misturar estas manteigas no queijo quark ou num iogurte natural para o pequeno almoço, ou até para acompanhar a minha peça de fruta, funcionando aqui como um dip.

 

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Mas para além destas minhas ideias, existem mais uma série delas onde pode utilizar estas manteigas:

- topping para saladas; 

- gordura para cozinhar uma refeição (como no caso da matapa, uma receita de inspiração moçambicana);

- fazer a ligação entre ingredientes (muito utilizadas para fazer as conhecidas energy balls ou barritas caseiras); ou

- como ingrediente de um smothie ou um sumo de vegetais para tornar a consistência mais cremosa.

 

Nutricionalmente falando...

Os frutos secos contém fibra e por isso são óptimos para regular a função intestinal e têm um poder saciante. São ricos em ácidos gordos essenciais, minerais e vitaminas e são importantes no controlo da glicémia e regulação dos níveis de colesterol. Contêm cerca 20g de proteína por cada 100g e elevado teor de gordura que, embora seja considerada uma "boa gordura", não deixa de ter um valor calórico elevado associado e por isso devem ser consumidos com "conta, peso e medida".

 

 

A manteiga de amendoim

  • Contém vitaminas do complexo B e vitamina E; e minerais, destacando-se o magnésio e o fósforo;
  • Tem 25g de proteína por cada 100g.
  • No entanto, o amendoim está no topo dos alimentos mais alergénicos e é susceptivel a fungos, particularmente às aflatoxinas, prejudiciais à saúde.
  • Qual a melhor? a que tiver descrito unicamente "amendoim" nos ingredientes. Muitas manteigas de amendoim têm na sua consitituição, para além do amendoim e do sal, a adição de óleo.

 

A manteiga de amendoa

  • Contém vitaminas do complexo B vitamins e vitamin E;
  • Tem 22g de proteína por cada 100g;
  • É um pouco mais rica em magnésio e fósforo do que a manteiga de amendoim;
  • A casca da amêndoa contém prebióticos naturais, que alimentam as bactérias naturais e benéficas do intestino; e
  • As fibras e o tipo de gordura da amêndoa têm benefícios na redução do colesterol.

 

Como escolher a melhor manteiga?

Recomendo uma especial atenção aos ingredientes que constituem estas manteigas, porque grande parte delas contém óleo e/ou açucar adicionado. Procure nos ingredientes apenas "amendoim" e/ou "amendoim e sal".  No entanto, pode e deve experimentar a fazer a manteiga em casa.

 

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Para a minha mateiga de frutos secos caseira utilizo:

amendoim e/ou amendoa (eu adoro a mistura)

1 triturador (1,2,3 ou Bimby)

 

Utilizo sempre frutos secos sem sal e de preferência com casca, especialmente no caso da amendoa, pelas propriedades prebióticas que referi acima. Uma vez que a quantidade de frutos secos origina uma menor quantidade de manteiga, utilizo 2 embalagens pequenas de frutos secos (ou uma de cada) e trituro várias vezes até ficar com uma consistência cremosa. É possível que o processo seja demorado porque inicialmente fica uma pasta mais consistente e quanto mais triturar mais cremoso ficará.

 

Tenho a certeza que vão gostar!

Compartilhem as vossas combinações de manteigas favoritas e as vossas receitas. Para tal utlizem a hashtag #nutricionistamariainesantunes.

As críticas fazem-nos crescer (ou não)

por Maria Inês Antunes, em 25.01.17

Antes do dia do lançamento do meu Sopa,sim! convidei alguma imprensa para estar presente no dia e recebi bastantes respostas. Uma das quais da revista TIME OUT, que me pediu para enviar um exemplar do meu livro para crítica.

Até anteontem não obtive resposta e contactei a TIME OUT para averiguar se tinham recebido o exemplar, bem como se iriam (e quando) publicar a crítica. Informaram-me que a mesma saiu na revista da semana passada (cuja edição iria terminar ontem).

Ontem, extremamente curiosa e expectante fui comprar a revista e folhei-a até encontrar a tal crítica ao Sopa, sim!.

Então....

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3 estrelas e um extenso texto, com poucas pausas e muitas virgulas.

 

Confesso que pensei em não comentar e por momentos tive  aquela sensação do “deixa lá”, mas depois lembrei-me que poderia ser um exelente tema para um artigo. Até porque não são todos os dias que recebemos críticas!

Tentei assimilar a crítica na sua totalidade, perceber qual a natureza da mesma e por fim perceber se esta tem fundamento.  Mas receber críticas ajuda a desenvolver algo melhor, desde que estas venham de alguém que saiba exatamente do que está a falar.

 

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A Mariana, é a editora do Comer & Beber da TIME OUT e foi quem escreveu a crítica ao livro Sopa, sim! na rúbrica Cozinhoteca. Começou por enumerar a crítica iniciando a mesma com o seguinte ponto:

 

“1) existem dietas milagrosas aos pontapés”

 

Ups!

Será que leu a introdução?

Acho que fez o mesmo que eu quando folheei a TIME OUT para encontrar a minha crítica, porque....

 

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... na introdução falo exactamente da tendência dos livros de dietas, que “quase nos permitem fazer um dieta por semana.” e que “este livro vai muito além da minha opinião sobre as dietas... ou sobre da minha posição sobre qualquer novo regime alimentar.”

E, Mariana, o objectivo deste livro não é fazer uma dieta de sopa, mas sim “dar um contributo para reforçar  a nossa identidade alimentar através do consumo da sopa.”

 

No segundo ponto :

 

“2) parece ser moda todas as nutricionistas editarem livros;”

 

Entendo o que quer dizer. Mas, calma... “todas”?

Somos mais de 3000 nutricionistas registados na Ordem dos Nutricionistas.

E relativamente aos livros: são tantos os escritos por nutricionistas, como os livros daqueles que se querem fazer passar por e não o são.

 

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Continuando a ler o texto ...

 

“apenas as propriedades benéficas de alguns ingredientes ...

parecem salvar o livro de um aborrecimento mortal.”

 

Tudo o que se leu nas primeiras 50 páginas (mas achou aborrecido) são pequenos textos escritos para leigos sobre os beneficios das substâncias antioxidantes de que são compostos os vegetais. Com o acréscimo de serem textos baseados em artigos científicos extra actualizados e (desculpe, mas acho que não são só para mim) interessantíssimos.

E, Mariana, depois de ler o meu livro, deveria ficar a perceber que não são os alimentos que têm propriedades, mas sim os seus compostos.

 

Mas já agora, o que me diz sobre as receitas?

 

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“ A partir daí, a Maria Inês mostra o que sabe”

 

Sei da minha profissão! Sou nutricionista e uma apaixonada pela cozinha, mas não sou cozinheira.

Talvez me deva dedicar muito mais à cozinha porque, segundo o que afirmou e excluindo as nabiças da página 174 que não gostou, o Sopa, sim! tem “sopas, divididas pelas estações do ano, com indicações calóricas, dicas e boas fotografias.”

 

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E por isso Mariana, vou aproveitar ao máximo cada relato, cada afirmação, cada declaração favorável ou depreciativa e ganhar mais umas visualizações.

 

Por fim, deixo aqui uma crítica às críticas:

Escrevam bem, mas leiam melhor

 

 

Creme de Urtigas - a experiência da Estefânia

por Maria Inês Antunes, em 19.01.17

Já conhecem a página da Estefânia? Não só é minha colega de profissão como também de paixão pela comida.


A Estefânia tem um Blog que se chama Cozinhar Com, onde escreve receitas, fala sobre alimentos e nutrientes e transborda sabor nas fotografias que faz das suas experiencias gastronómicas. E, para meu orgulho, decidiu experimentar a receita de CREME DE URTIGAS do meu livro SOPA, SIM!.

 

Vejam aqui o resultado. As fotos estão fantásticas, claro! E a vontade de comer esta sopa cresce...

 

Deixo-vos aqui algumas fotografias do Blog Cozinhar Com:

 

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 E para quem gosta de cozinhar e de fotografia, tem de seguir a página de Instagram da Estefânia aqui.

Com ovos se fazem omeletes...

por Maria Inês Antunes, em 17.01.17

A semana passada tive uma experiencia única em consulta:

 

Na primeira consulta de nutrição da Sra L, depois de falarmos sobre a saúde e sobre as restrições alimentares que a médica lhe havia dado há dias, chegamos à conversa do ovo. Refere-me a Sra L o que ouviu na entrevista do prorgama Sociedade Civil , onde uma nutricionista desmistifica o papel do ovo na alimentação. Não imaginava a Sra L que a nutricionista que tinha à sua frente era a mesma nutricionista de que falava como referência.

 

Escusado será dizer que me senti extremamente.... lisonjeada! Imaginam?

 

Então, por estas e por outras, decidi falar um pouco sobre este alimento e sobre aquilo que ainda preocupa e faz um bocadinho de confusão não só aos portugueses, como também dentro da comunidade científica e ainda mais entre profissionais de saúde...

O ovo é um alimento muito especial...

 

É um alimento extremamente completo, com um perfil nutricional de excelência!

Tal como referi neste post é uma fonte de proteína de alto valor biológico. A luteina e a zeaxantina  presentes no ovo são dois carotenóides essenciais à visão, como papel na diminuição do risco de desenvolver degeneração macular relacionada com a idade.

 

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Os ovos contêm carotenóides (luteína e zeaxantina) reconhecidos por seu papel na proteção contra degeneração macular relacionada à idade e catarata, bem como tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. O ovo também fornece arginina (um precursor do óxido nítrico), que por sua vez, faz com que os vasos sanguíneos dilatem, desempenhando um papel fundamental na circulação, e são uma fonte substancial de colina, que é um neurotransmissor envolvido na função cognitiva.

 

Então e o colesterol?

As guidelines que definem a quantidade limite de colesterol na dieta ou o consumo de ovos, tanto para a população em geral como para quem tem risco de doenças cardiovasculares, variam entre diferentes países. Por exemplo a National Heart Foundation (australiana) restringe o consumo de ovos a 6 ovos por semana, mas a British Heart Foundation e a Diabetes United Kingdom não fazem restrições no consumo de ovos. A American Diabetes Association (ADA) limita o consumo de colesterol a 300 mg/ dia. Se um ovo tem cerca de 200mg de colesterol, o limite será até um ovo por dia.

 

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Em que é que ficamos?

Apesar de terem colesterol, os ovos têm também componentes específicos que contribuiem para resultados de saúde favoráveis ​​e para a redução do risco de doenças cardiovasculares. Quando os ovos são incluídos num contexto de uma dieta saudável, estes benefícios nutricionais compensam quaisquer efeitos adversos, embora:

 

cada caso é um caso e, claro!,

deve consultar um nutricionista para recomendar qual a quantidade de ovos ideal para si

 

E os ovos fortificados com ómega-3 são melhores?

Os ovos que são fortificados com omega-3 também podem desempenhar um papel na dieta, especialmente para pessoas com hipertrigliceridemia e para quem não come peixe.

 

As minhas omeletes:

Bato os ovos e coloco 1 c. sopa de farinha de arroz com a ajuda de uma peneira (para não criar grãos de farinha), sal, pimenta e molho inglês. Deito para uma frigideira antiaderente (passei azeite com 1 guardanapo) e coloco por cima queijo vaca que ir light e a salsa picada grosseiramente.

Viro uma ves e VOILÁ!

 

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 Utilizei os seguintes ingredientes para 2 pessoas:

2 ovos inteiros

1 c. sopa de farinha de arroz

2 queijinhos vaca que ri light

1 c. chá molho inglês

1 molho de salsa

sal q.b.

pimenta q.b.

azeite (5ml)

 

Boas experiências! Espero que gostem...

 

A sopa de urtigas do Sopa, sim na TV (Grande Tarde)

por Maria Inês Antunes, em 10.01.17

Viram o Grande Tarde de ontem...?


Se não viram, vejam agora! Assim ficam a perceber tudo sobre o meu livro Sopa, sim! e a saber como se faz a deliciosa sopa de urtigas. Aproveito para agradecer à SIC o convite e o bem que me receberam... 

 

Espero que gostem! 

 

 

 

Maria Inês Antunes

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