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MARIA INÊS ANTUNES

Nutricionista

MARIA INÊS ANTUNES

Nutricionista

Dietas? Há muitas!

por Maria Inês Antunes, em 15.03.16

 

Pôr a leitura em dia com olhos de observadora e fasquia elevada na crítica.

A última revista Visão traz um artigo sobre os regimes de dieta radicais mais recentes. Faz referência a 6 mitos alimentares, 6 regras para aumentar a saúde e 5 dietas da moda e explica “porque não deve ir atrás de modas”.

Aconselho a sua leitura para quem se interessa por esta matéria.

 

IMG_5883.JPG

 https://www.instagram.com/p/BC4-3BMl-xf/

 

 Na minha consulta

Mais do que a antiga ideia de que é preciso “comer vegetais e fruta todos os dias”, existe actualmente um Boom de premissas populares radicais que prometem moldar o corpo à medida do ideal.

“Já sei que não posso comer hidratos de carbono depois das 5 da tarde”;

“Água? Bebo todos os dias um copo em jejum com limão”.

“Já sei que preciso de tomar em jejum um café com óleo de coco para emagrecer.”

E é melhor pararmos por aqui!

 

Deparo cada vez mais com comportamentos alimentares muito radicais e crenças de que existem fórmulas mágicas para perder peso.  Mas a primeira coisa que se perde com estes radicalismos é o humor e depois a paciência.

 

Dietas? Há muitas!

Têm nomes criativos e tornam-se, mais do que uma tendência, uma epidemia na sociedade. Actualmente quase que é possível fazer uma dieta diferente por semana e os media não poupam recursos para este tema.

Embora possam ter algum sucesso, estão longe de serem as ideais porque não têm por base os inúmeros factores que nos diferenciam de ser humano para ser humano, que dependem do biótipo de cada pessoa, assim como do seu perfil metabólico.

 

A alimentação é uma matéria ampla, delicada e importante para a sociedade e principalmente aos olhos de quem trabalha todos os dias para explicar e esmiuçar todas as questões relativas à alimentação.

O sucesso de uma consulta, quer seja para perder, manter ou aumentar o peso, vai variar consoante uma série factores determinantes no metabolismo e por isso o processo de diagnóstico é fulcral. É necessária uma avaliação detalhada da composição corporal para a dieta ser calculada, adequada e como tal delinear a melhor estratégia de intervenção para torná-la personalizada.

 

“Mudar a qualidade do que se come significa trabalhar em equipa com o corpo, em vez de lutar contra ele” diz David Ludwing, investigador na área da obesidade na Boston Children's Hospital e Professor de Medicina em Harvard.

A motivação tem de existir e o exercício físico não só é necessário, como fundamental.

Para ter a “dieta perfeita” temos de a adaptar para se encaixar na sua vida e não o contrário.  

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